domingo, 24 de janeiro de 2016

Exploração em São Bento

São Bento,  23 de Janeiro de 2016


Equipa - Alexandre e Rodrigo Leal


Mais um sábado e o destino estava traçado, São Bento, por entre calcário, ora mole e branco, ora  em agressivas e "duras" lâminas e dentes que rasgam impiedosamente a terra, e uma vegetação aguerrida.

Reparem na diferença entre a localização do B111 tal como consta do cadastro e a localização do Algar que identifiquei como B111a. Uma dúvida a dissipar numa próxima saída.


O objectivo principal era passar a estreiteza no algar B111 (deveria dizer no possível algar B111 uma vez que o algar em causa se encontra a mais de 30metros da coordenada constante do Cadastro de São Bento, pelo que tenho ainda que confirmar se se trata  do mesmo ou estamos perante um outro Algar), que nos barrou o caminho na saída anterior, e ver o que está para além...

Tinha em mente uma pequena desobstrução de uma "língua" de calcário que barrava a progressão na estreiteza situada ao fim da pequena passagem sobre a base do primeiro poço. Acabei por deparar-me com uma outra hipótese que me tinha escapado na primeira saída. Na verdade, desta passagem existem duas vias para alcançar o que me parecia uma rampa, e que na verdade é mesmo um poço. A estreiteza inferior, bloqueada pela referida "língua", que surge da parede esquerda, e uma passagem superior, de maior dimensão vertical, que se confundia com a passagem que vinha da base do poço de entrada, algo estreita mas sobretudo apresentando alguns constrangimentos de movimentação e ataque à mesma (o espaço de acesso é limitado, a fenda é horizontal mas de acesso na vertical e com uma pequena curva). 15 minutos depois (embora tenham parecido mais), uma câimbra na perna direita, e uma dor de costa pelo contorcionismo que exigiu, lá consegui passar e aceder a um estreito poço, cuja leitura deste ponto de vista não permite tirar conclusões absolutas. 

O que é estreito e difícil para uns assume uma menor dificuldade para outros, e o Rodrigo lá se conseguiu encaixar ao pé de mim, preso entretanto ao fracionamento natural que tinha feito com via a uma fita.

Exige-se uma descida do poço para, com certeza, afirmar a impossibilidade de progressão. 



Após uma rápida, e leve refeição, refeição (estávamos a guardarmos-nos para a Ti Maria dos Queijinhos), e antes de nos dirigir-mo-nos ao A115 para dissipar as dúvidas que tinha, houve tempo para fazer uma breve prospecção da área envolvente ao B111, tendo acabado por "descobrir" (não tinha passado para o Iphone pontos a sul do B111) um algar muito interessante, que não apresentava indícios de já ter sido explorado (sem spits ou parabolts e sem possibilidade para amarrações naturais na área envolvente). Atento à proximidade, mais tarde confirmada, com o A133 (13 ou 14 metros separam as duas marcações), deverá ser o mesmo "buraco".


Uma rápida análise mostrou-nos um poço com cerca de 10m de profundidade, apresentando no entanto uma pequena câmara adjacente ao poço, um pequeno nicho sobranceiro à continuação do poço, uns dois metros abaixo da entrada. O ângulo de visibilidade não permitia aferir a possibilidade de progressão tanto no fundo do poço como na pequena câmara. 

Exige equipagem para uma descida.

Para acabar o dia dirigimo-nos para norte, ao encontro do A115, e pelo caminho uma muito agradável surpresa. Trilhando em sentido oposto lá vinha a Florbela e o Francisco Barros, acompanhados pelo Bruno. Sempre no terreno, pugnando pela protecção e defesa do nosso património natural. Por isso, também por isso, o meu agradecimento, o meu obrigado.

Numa breve troca de palavras, e indicação de uma área "intervencionada" no âmbito de um projecto projecto do GEM, concluímos que esta se situava a cerca de 8/10m do verdadeiro ponto marcado na cadastro, no seguimento da mesma diaclase.




Fotos (3) tiradas por Florbela.  Obrigado ;)  
 Este algar, definido no cadastro como "a fenda", não era de fácil identificação, até porque se encontrava coberta com alguma vegetação (embora muito menos do que tinha quando a encontrei pela primeira vez, completamente coberta por silvas). Uma pequena e estreita fenda que segue o afloramento na vertical, no enfiamento de uma fractura que se estende para a esquerda na fotografia (sensivelmente no sentido sudeste).

Tinha algumas dúvidas sobre a possibilidade de penetração atento ao confinamento do espaço mas sem tentar nunca se saberia. Foi o tempo de colocar um spit, "reforçado" com uma amarração natural, colocar a corda e.....pois, confirma-se. Era demasiado apertado para tentar forçar a passagem sem o backup adequado do lado de fora (por esta altura estava já só com o meu "aprendiz de feiticeiro").

A solução encontrada foi frender o capacete na corda, ligar a GoPro e filmar o interior, para confirmar a existência ou não de vias de progressão. Pelo que conseguia ver através de uma penetração de cabeça para baixo, tal não parecia viável, mas nunca fiando.

Tristemente veio a confirmar-se. Dead end... Basicamente 3.5m de profundidade, alargando um pouco numa das extremidades, formando um pequeno nicho.



Para acalmar os espíritos inquietos, e aconchegar a alma, contra a nossa vontade, como certamente conseguem compreender e mesmo simpatizar, lá fomos nós para a Ti Maria.... 


Alexandre Leal 

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Trabalho e Aprendizagem

Algar da Toca

São Bento, 16 de Janeiro de 2016


Equipa - Alexandre e Rodrigo Leal

Algar da toca... já tinha marcado este pequeno algar  como um excelente local de introdução à progressão vertical em espaços confinados para o mais novo aprendiz de espeleólogo do Clã Leal, e como precisa de lá voltar para proceder à recolha dos dados necessários para a realização da sua topografia, lá fomos nós para a Serra de São Bento no passado sábado, dia 16 de Janeiro.


Equipado o algar, procedi a uma descida prévia para inspecção do local e re-análise da fractura obstruída na base do poço, tendo consolidado uma opinião com que tinha ficado no anterior saída de exploração. Tendo em conta a forma como a parede terminal na fractura termina, limpa e vertical, que aparenta prolongar-se na vertical pela terra dentro. E de facto de terra aparenta tratar-se maioritariamente,  agora que foram retirados os maiores blocos de rocha que obstruíam a fractura. 

Um trabalho a ponderar no futuro....

De seguida, e uma vez assegurado do estado do poço, coube ao Rodrigo efectuar a sua primeira descida, após a recolha prévia dos dados à superfície, efectuando a marcação de uma estação a meio do poço.






Os trabalhos de topografia prosseguiram depois na base, já com a minha presença.

Numa segunda descida para recolha de dados em falta o Rodrigo, e uma vez que o local era excelente para o efeito, permitindo uma visualização e acompanhamento próximo das manobras, aproveitou para treinar técnicas de inversão, que aplicou com sucesso e mesmo distinção. ;) 



Após um breve repasto, desmontámos e guardámos o equipamento e, de gps na mão, lá fomos nós prospectar e verificar pontos já marcados.

Destes saliento o Algar B111 (que por erro indiquei nas fotos e vídeo como A107), que irá merecer uma atenção particular numa próxima saída, no sentido de desobstruir uma pequena passagem e verificar a possibilidade de progressão na rampa que vislumbra (vide video). 
A identificação correcta do ponto é B111.






Alexandre Leal

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Exploração e Topografia

Algar da Toca e Alecrineiros 5

São Bento, 13 de Dezembro de 2015


Equipa - Alexandre Leal, Paulo Rodrigues e José Ribeiro (Samuel Lopes juntou-se à equipa mais tarde)

Voltando atrás no tempo, ao passado dia 13 de Dezembro do passado ano de 2015, importa fazer o relato da actividade de exploração e topografia que se levou a cabo na Serra de São Bento, na continuando o trabalho que havia começado numa actividade anterior (então com a equipa Alexandre e Alexandra Leal) nos algares da Toca e Alecrineiros 5, num dia particularmente agreste, onde a chuva e vento marcou presença forte.




Atento ao trabalho de limpeza e começo de desobstrução já realizado e à dimensão percepcionada do algar, o plano que ataque que havia traçado implicou começar o dia pela exploração e topografia  Algar da Toca. Chegados ao local procedeu-se à continuação da desobstrução da entrada do algar, por forma a permitir o ingresso, objectivo que se atingiu de forma relativamente rápida, permitindo uma primeira descida de exploração, e verificação da pequena dimensão do poço, bem como de uma pequena fractura na base do mesmo, obstruída por blocos de dimensão variada, semi-consolidados com terra.

Procedeu-se a um esforço de desobstrução desta fractura, no sentido de perceber se existiria por esta via uma possibilidade de progressão. Num primeiro momento através da retirada de blocos da fractura amontoando-os o pouco espaço disponível junto às paredes na base do poço, e num segundo momento sendo retirados para fora pelo kitbag, içado pela corda, esforço que se veio a terminar quando o volume retirado, já relevante, não permitia vislumbrar qualquer passagem (hipótese que, numa análise posterior, poderá não ser totalmente definitiva).

Para terminar os trabalhos procedeu-se à topografia do Algar, que, por motivos alheios, inopinados e estranhos ao normal e desejável funcionamento de e em equipa, não serão publicados neste espaço, embora esteja a trabalhar para corrigir este ponto, tendo procedido já a um novo levantamento dos dados topográficos neste algar, em saída efectuada no passado dia 16 de Janeiro de 2016.



Do Algar da Toca partimos depois para o Alecrineiros 5, algar que tal como o da Toca tinha sido já objecto de uma análise e exploração prévia, momento em que se juntou à equipa o operacional Samuel Lopes, que com o José Ribeiro desceram para equipar o segundo troço do poço e procederem à topografia, tendo já regresso sido descoberto uma janela no primeiro poço que dava para pequeno corredor, obrigando aliás, para facilitar os esforços de exploração e topografia, a que tivesse que colocar uma segunda corda desde a superfície. Dos trabalhos feitos não resulta aparente possibilidade de progressão.

Foi feita também uma descida para documentar, em vídeo, o Algar mas que se alerta desde já não ficou com a qualidade desejada devido ao mau tempo à superfície (e ao deficiente set-up de iluminação e orientação da go-pro).




Tal como referi no caso da topografia do Algar da Toca também esta não será, para consternação minha, publicada neste espaço.

Houve ainda tempo para assinalar aos restantes membros o Algar da Éguas e o seu potencial antes de arrepiar caminho para o carro debaixo de chuva...

Alexandre Leal





Sumidouros do Polje de Minde

Um artigo publicado no NALGA


Não poderia deixar de assinalar aqui a publicação de um artigo no NALGA pelo Paulo Rodrigues, no âmbito do projecto de estudo e exploração que coordena, incidindo sobre os sumidouros do Polje de Minde, e que, para além de tudo o mais, teve o mérito de juntar, numa estreita cooperação e colaboração, membros de duas associações de espeleologia que tem vindo a produzir extenso trabalho, numa actividade operacional de campo muito profícua.

Foram exploradas duas cavidades, no sentido de uma análise mais apurada em relação à possibilidade de existência de margem de progressão. Acho, pessoalmente, que ainda há uma pequena possibilidade, que não conseguimos anular, numa das pontas do Algar do Zé Lenha, a testar no futuro, tendo sido ambas topografadas.

Conseguiu-se juntar também mais uns pontos de interesse durante a realização de uma acção de prospecção pela zona, com especial enfoque para o sumidouro que ficou designado como sumidouro 11, e que após trabalhos de desobstrução veio a revelar existência de margem de progressão, tendo um dos membros da equipa envolvida "atingido" (teve acesso muito limitado) o que parecia ser um poço de profundidade ainda por apurar.

Venham mais fins de semana destes.


domingo, 10 de janeiro de 2016

Algar do Vento Atroz

Perto do Cabeço Renhal, Bezerra, Serro Ventoso

Saída de Campo, 09 de Janeiro 2016


Equipa - Alexandre Leal e Alexandra Leal
Com a presença de - Samuel da Costa





As previsões de tempo não eram animadoras mas como a chuva não enferruja e o frio combate-se com o esforço aplicado na superação das tarefas propostas lá partimos nós para a Bezerra, com o intuito principal de prospectar, dentro das capacidades operacionais de uma equipa constituída por 2 membros, uma faixa de terreno entre o Algar do Morcego Solitário  e o Algar do Vento Atroz, permitindo-nos começar a ganhar conhecimento sobre esta área, que não tem merecido a mesma atenção da zona do Planalto.

E deu, de facto, para tomar o pulso a esta encosta situada a Oeste da Bezerra, que pelas suas características não facilita a prospecção. Não por ser um terreno particularmente acidentado mas porque a sua morfologia e os afloramentos rochosos apresentam características tendentes a dissimular ou tornar menos óbvios potenciais pontos de interesse, bem como a vegetação, que não obstante ser baixa e facilmente navegável, apresenta-se densa e com dimensão suficiente para obstaculizar à localização de pequenos buracos ou cavidades nas paredes alguns dos afloramentos mais proeminentes.

Desta prospecção não resultou a marcação de qualquer ponto novo de interesse, embora uma zona no cabeço do Renhal, a sul do Algar com o mesmo nome, tenha suscitado uma breve análise pela forma como apresentava o que poderia ser um abatimento (completamente) obstruído por todo o tipo de blocos.

Restava-nos voltar ao Algar do Vento Atroz, ponto marcado numa actividade anterior, para tentar desobstruir a entrada e topografar o pequeno algar, que à primeira vista, e do ângulo apertado que tinha-mos parecia terminar no fundo do poço inicial, 3 ou 4 metros mais abaixo.

A desobstrução, confesso, não se mostrou tarefa fácil com o músculo presente, e sem o pé-de-cabra teria sido efectivamente "Mission: impossible". O Bloco, pela sua dimensão, forma e maneira como se encontrava encaixado na abertura, impôs-nos um trabalho duro, ajudados a refrescar pela chuva que "amiúde" caia.

Equipado o poço, a sua descida veio a revelar que a "pequena" fractura ou reentrância que se vislumbrava de cima após a desobstrução da entrada era na verdade uma passagem para um segundo poço, onde as paredes apresentavam formações "recortadas" e "laminadas", com um pedra, pareceu-me, algo frágil. Diria que terá uns 6 a 8 metros de profundidade, não sendo possível vislumbrar qualquer perspectiva de progressão... mas que não se deve afastar até ser efectivamente explorado.

Procedeu-se à topografia do primeiro poço, ficando a exploração do segundo poço para uma próxima saída.  





E venha a próxima...


sábado, 2 de janeiro de 2016

Algar do Morcego Solitário

(Algar do Lobo)

Bezerra, Serro Ventoso

Saída de campo, 02 de Janeiro de 2016


Equipa - Alexandre Leal
Suporte à distância - Samuel da Costa (Intel.)





O Regresso à Bezerra, em busca do Algar do Lobo, começou bem cedo, com uma busca minuciosa da zona de vegetação densa, dentro do pequeno chouso, que ficou por explorar na semana passada... e mais uma vez em vão. 

As coordenadas que me tinham sido referenciadas não estavam certas. Facto que se confirmou via contacto com o Samuel da Costa, o companheiro que teve a "sorte" de dar com o Algar de forma inesperada e inopinada, enquanto perseguia o grande Lobo. Pela descrição não terá sido uma experiência desagradável, mas, tendo em conta o risco, que não podemos deixar de considerar um mal menor atento à reduzida profundidade do algar... O potencial para o desastre em algares completamente camuflados por vegetação densa é enorme.

Confirmado o erro, e já na posse de coordenadas novas, foi tempo de pegar no carro e fazer o curto trajecto até à nova zona de exploração, cerca de 388m para sudoeste, dentro de um chouso adjacente, a oeste, a um campo de lapiás com umas pias bem interessantes, cheias de água.

A cerca de 10m do local de ingresso ao chouso, e ainda uns 20m ou 30m das coordenadas marcadas, deparei-me com uma zona que me levantou suspeitas, não obstante estar quase na totalidade oculta por densa vegetação. Não era muito, uma pequena formação calcária que parecia estar a ladear uma zona mais escura por baixo da vegetação, facto que se confirmou. Afastada, a custo, a densa vegetação, lá estava ele. Pelas primeiras impressões, e confrontando com a descrição do Samuel, que tinha referenciado uma queda vertical de 2m, fiquei com a sincera sensação que este seria um outro algar, ainda não referenciado.

Imagem retirada após o afastamento da vegetação, que ocultava quase por completo a abertura.


Vista da base do pequeno algar.

Uma rapidíssima incursão revelou que a cavidade descia em rampa para a esquerda, terminando menos de 2m depois, numa pequena câmara,  embora apresentasse uma possibilidade de continuação, muito estreita, na parede Norte, como aliás acontecia com uma outra no inicio da rampa, na mesma parede. Nesta pequena câmera final (e única, diga-se) encontrei um ocupante que desfrutava da relativa escuridão e isolamento... e que deu, aliás, nome ao pequeno Algar.


Antes de pôr mãos à obra e (tentar) topografar a cavidade, subi à superfície (lá longe, longe ;) ) e, com o Iphone na mão, continuei a minha busca pelo elusivo Algar do Lobo, sempre em contacto com o Samuel, que me ia dando informação e pistas, sem grande sucesso. 

Como já certamente terão percebido, o elusivo Algar do Lobo É o Algar do Morcego Solitário, conclusão a que chegámos com um género de backtrack desde o ponto de entrada do Samuel no chouso à altura da descoberta (que por coincidência foi o mesmo que eu utilizei), utilizando vários pontos de referência visual. 

O "trauma" da queda parece ter alterado a percepção da profundidade do Samuel ;) .

Com esta certeza, e com algum alívio por finalmente ter identificado este Algar, saquei do material de  topografia e comecei o trabalho, tornado um pouco mais moroso em virtude de estar em execução a solo.

Esboço da Planta do Algar (a substituir pela arte final quanto estiver executada)

Estreiteza, na parede norte, no topo da rampa.

Estreiteza, na parede norte, na câmara final.

Finalizado o trabalho, e visto que ainda tinha umas horas de luz, coloquei-me a caminho de São Bento, na zona dos Alecrineiros, que tenho vindo a explorar, desta vez num sector  para Oeste/NorOeste do Curral das Éguas. Fui no entanto atraiçoado pela bateria do Iphone que me permitiu apenas a localização, fotografia e breve análise de dois pontos (A115 e A118)* antes de atingir um ponto crítico, e impedir a localização de outros pontos marcados.

* Com base numa versão actualizada do cadastro foi possível perceber que o ponto anteriormente marcado como A118 é na realidade o Cós Carvalho, dados já vertidos no mapa infra. 



Pequena fenda no "fundo" do espaço entre dois blocos no campo de lapiás. A descer na próxima saída.

Após correcção dos dados constantes do cadastro de São Bento verificou-se que este é o Algar Cós Carvalho.
Depois, foi regressar ao carro, desequipar e colocar-me a caminho da.... maior desilusão do dia!!! A Ti Maria estava fechada... Tive mesmo que me contentar com duas bifanas no "Bigodes", a caminho de casa, no IC2.