Exploração em São Bento
Algar A133
São Bento, 05 de Fevereiro de 2016
Equipa (exploração) - Alexandre Leal
Apoio - Amílcar Almeida
As expectativas cridas pelas imagens captadas pela GoPro na saída passada não permitiram que mais tempo passasse e hoje meti-me à estrada e, estranhamente quando dei por mim estava diante do "buraco". Coisas estranhas que acontecem, de forma inusitada e quiçá mesmo inaudita...
Confesso, não consegui resistir mais, e o "buraco" fez-me pagar, deixando-me as mãos num estado lastimável. Cravar spits em posições estranhas, e muito pouco confortáveis, é agreste. Mesmo com a retirada de alguma terra e pedras no perímetro da pequena depressão que dá para a abertura, o espaço e a amplitude de movimentos era limitado.
Já na corda, e ao passar para dentro do algar, rapidamente deu para perceber que a sensação de uma maior amplitude criada pelas filmagens não se concretizava. Na verdade o poço tinha mesmo alguns troços mais estreitos, tanto que a subida foi feita quase na totalidade em oposição.
No fundo, perto da corda, foi avistada uma salamandra, que rapidamente se refugiou e colocar a seguro.
A análise do Algar não permitiu encontrar possibilidade real de progressão. Apesar de apresentar bastante mais concrecionado que o vizinho Algar B111, e ter um pequeno poço secundário (P2), que aliás as imagens captadas tinham indiciado, não foi detectada qualquer passagem ou poço que permitisse progredir, nem foi detectado/sentido qualquer corrente de ar de algumas das pequenas fracturas vistas.
Já na fase de subida, na pequena plataforma logo abaixo da entrada, foi detectada uma pequena fractura que dá para o que poderá ser um poço paralelo de profundidade semelhante ao poço de entrada, não se colocando, no entanto, de parte a possibilidade da fractura acabar vir a dar ao poço descido. A confirmar na próxima descida para recolha de dados para a topografia.
Mais um Algar do Cadastro de São Bento explorado, muitos ainda por verificar.
Até à próxima...
As expectativas cridas pelas imagens captadas pela GoPro na saída passada não permitiram que mais tempo passasse e hoje meti-me à estrada e, estranhamente quando dei por mim estava diante do "buraco". Coisas estranhas que acontecem, de forma inusitada e quiçá mesmo inaudita...
Confesso, não consegui resistir mais, e o "buraco" fez-me pagar, deixando-me as mãos num estado lastimável. Cravar spits em posições estranhas, e muito pouco confortáveis, é agreste. Mesmo com a retirada de alguma terra e pedras no perímetro da pequena depressão que dá para a abertura, o espaço e a amplitude de movimentos era limitado.
Já na corda, e ao passar para dentro do algar, rapidamente deu para perceber que a sensação de uma maior amplitude criada pelas filmagens não se concretizava. Na verdade o poço tinha mesmo alguns troços mais estreitos, tanto que a subida foi feita quase na totalidade em oposição.
No fundo, perto da corda, foi avistada uma salamandra, que rapidamente se refugiou e colocar a seguro.
A análise do Algar não permitiu encontrar possibilidade real de progressão. Apesar de apresentar bastante mais concrecionado que o vizinho Algar B111, e ter um pequeno poço secundário (P2), que aliás as imagens captadas tinham indiciado, não foi detectada qualquer passagem ou poço que permitisse progredir, nem foi detectado/sentido qualquer corrente de ar de algumas das pequenas fracturas vistas.
Já na fase de subida, na pequena plataforma logo abaixo da entrada, foi detectada uma pequena fractura que dá para o que poderá ser um poço paralelo de profundidade semelhante ao poço de entrada, não se colocando, no entanto, de parte a possibilidade da fractura acabar vir a dar ao poço descido. A confirmar na próxima descida para recolha de dados para a topografia.
Mais um Algar do Cadastro de São Bento explorado, muitos ainda por verificar.
Até à próxima...
Alexandre Leal

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